audiodescrição

Sou uma mulher de pele clara, cabelos pretos curtos em corte pixie e lábios pintados de rosa. Apareço centralizada na imagem, olhando diretamente para a câmera, com o queixo apoiado na mão direita. Uso um pequeno brinco redondo branco na orelha esquerda e visto uma camisa com estampa animal print em tons de marrom e preto. A imagem é dividida verticalmente em dois estilos: do meu lado esquerdo, uma ilustração estilizada com fundo amarelo sólido; do lado direito, uma fotografia realista com fundo desfocado de um ambiente interno. Elementos gráficos decorativos se sobrepõem à composição: uma linha amarela curva e espiralada no canto superior esquerdo, um desenho em zigue-zague branco ao lado direito da minha cabeça, e um círculo rosa cortado por uma linha reta no canto inferior direito.

A profissão que exercemos nem sempre é a melhor forma de explicar o que fazemos

Durante muito tempo, quando alguém perguntava sobre meu trabalho, eu respondia: “Sou designer.” E isso nunca esteve errado. Mas, com o passar dos anos, percebi que o design era apenas uma das ferramentas que eu utilizava. O que realmente faço é conectar pessoas ao conhecimento. Às vezes, transformando um conteúdo científico em uma linguagem acessível. Outras vezes, organizando a comunicação de uma instituição. Em outros momentos, tornando uma exposição inclusiva por meio da audiodescrição. Ou criando uma identidade visual capaz de traduzir a essência de uma marca. Os projetos mudam. As áreas mudam. Os clientes mudam. Mas existe um fio condutor que permanece: transformar complexidade em clareza. Talvez essa seja a melhor definição do meu trabalho hoje. Foi por isso que, depois de anos tentando caber em um único cargo, passei a me chamar de multiartista. Porque a nossa identidade profissional não está no cargo que ocupamos, mas no impacto que conseguimos gerar — independentemente do contexto.

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Acessibilidade também é linguagem, sensibilidade e presença

A audiodescrição me trouxe essa lição. Ao longo dos últimos anos, tive a oportunidade de atuar com audiodescrição em mostras e festivais de cinema, atravessando obras brasileiras, clássicos eternos e produções autorais internacionais que ampliaram profundamente meu olhar sobre narrativa, imagem e inclusão cultural. Entre os filmes para os quais tive a honra de criar o roteiro de audiodescrição e ainda narrar (pois os clientes gostam da minha voz eheh) estão: 🎬 Cinema Brasileiro • Baile Perfumado (o mais desafiador) • Terra Estrangeira (Brasil/Portugal) • A Hora da Estrela • Saudade Fez Morada Aqui Dentro (amei demais o filme) • Carvão • Mensagem de Sergipe • O Espetáculo • Quase Trap • Homo Heractus • Kaminhada • Anecoico 🌍 Cinema Internacional / Autoral • Pietra y el Sol (Colômbia) • 8½ (Itália) • The Fall (Índia/Reino Unido/EUA) • Shadow (China) • La Perra (Colômbia) • Dragon Inn (Taiwan) • O Fundo do Coração (Argentina) 🎞️ Clássicos • Singin’ in the Rain (Estados Unidos) (a emoção falou bem alto) Cada obra trouxe um desafio diferente: muuuuuito estudo, a compreensão da linguagem de cada diretor, a leitura de críticas e, acima de tudo, o exercício de traduzir silêncios, atmosferas, olhares, gestos e emoções, para que mais pessoas possam acessar o cinema de forma plena.

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De noite, carretas vermelhas iluminadas uma atrás da outra

Narrar para incluir: audiodescrição na Caravana de Natal da Coca-Cola FEMSA Brasil

Roteiro e Narração: Fabiana DroppaConsultoria em Audiodescrição: Lucas Aribe A Caravana de Natal da Coca-Cola FEMSA Brasil é um dos eventos mais encantadores e aguardados da temporada natalina no país. Anualmente, o projeto percorre diversas cidades brasileiras com caminhões cenográficos iluminados, trilhas sonoras especiais e cenários temáticos, como Carrossel dos Sonhos, Caixinha de Música, Presente de Natal e muito mais, espalhando alegria, cultura e magia às ruas. Grandes públicos se reúnem para vivenciar a atmosfera lúdica e gratuita da Caravana, que une luz, som e emoção em uma experiência memorável para toda a família. Na edição de 2025, tive a honra de ser responsável pelo roteiro e pela narração da Caravana, contribuindo para a construção de uma narrativa envolvente que guiou o público pelas apresentações. Nesta mesma edição, também introduzimos a audiodescrição, ampliando a acessibilidade do evento e reforçando o compromisso com a inclusão, por meio de um recurso acionável durante a experiência. A Caravana segue como uma celebração popular e sensorial, conectando pessoas e cidades em um momento de celebração coletiva e encantamento. Você pode acessá-la em https://www.musea.art.br/exibicoes/f64db909-0933-48e4-9bef-401918bdcb75/pt Foto: google

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Fundo marrom escuro com texto "Águas da Amazônia, rios e povos" no canto superior esquerdo. Formas onduladas pontilhadas em bege e vermelho na parte inferior.

Entre margens e vozes: a audiodescrição na Exposição “Memórias D’Água”

Dentro da programação que celebra a estreia brasileira da obra Águas da Amazônia, de Philip Glass, a exposição Memórias D’Água, do coletivo Altar Sonoro, ganha um importante recurso de acessibilidade e sensibilidade: a audiodescrição. O roteiro, consultoria e narração em audiodescrição foram assinados por Fabiana Droppa e Lucas Aribé, dando voz e textura sonora a nove imagens que agora podem ser ouvidas e sentidas através do site musea.art.br. A iniciativa une arte, tecnologia e inclusão, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão mergulhem nas paisagens, personagens e gestos capturados nas margens dos rios amazônicos. Mais do que descrever imagens, a audiodescrição amplia o olhar, transforma o silêncio em narrativa e convida o público a escutar o som das águas e das memórias que atravessam a Amazônia. A mostra integra o projeto “Águas da Amazônia: Rios e Povos”, que acontece em Belém do Pará, cidade que em breve sediará a COP30 e que agora se torna palco de um encontro histórico entre o minimalismo de Glass e a musicalidade ancestral dos povos amazônicos.

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Em ambiente interno, pessoas observam exposição Vestígios. Em primeiro plano, destaque para Cacique Urutau

Projeto Vestígios de Luciana Whitaker acessível com audiodescrição

A abertura da exposição Vestígios, da fotógrafa Luciana Whitaker, ocorreu em 25 de abril na Biblioteca Parque da Rocinha – RJ e segue até 9 de maio. Tivemos a honra de realizar a audiodescrição deste projeto incrível e cheio de história! A exposição do Projeto Vestígios disponibiliza acessibilidade para pessoas com deficiência visual, surdas e com deficiência auditiva. ✅Acesse o site https://projetovestigios.com.br/fotos/ e confira a audiodescrição e VLibras. O projeto foi fomentado pelo prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 17° edição, da Fundação Nacional das Artes e do Ministério da Cultura. Programação gratuita. 📸 Crédito @chico_ferreira_photographer @vestigiosprojeto @luciana_whitaker

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Mulher loira segura celular e fotografa um dos totens da exposição Aracaju Além das Lentes

Arte acessível: Explore Aracaju Além das Lentes com audiodescrição enriquecedora

Mais um ano Empreendex estúdio criativo teve a honra de criar a identidade visual e fazer a descrição das imagens da exposição que homenageia a cidade de Aracaju. A Exposição Fotográfica “Aracaju Além das Lentes”, em homenagem aos 170 anos da capital sergipana, comemorados em 17 de março, e ao Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março. O evento é realizado pelo Incluzoom e promovido pelo Instituto Lucas e Mariana Aribé de Acessibilidade para a Inclusão Social de Pessoas com Deficiência – Iluminar -, com o apoio do Ministério Público de Sergipe através do Caop de Defesa dos Direitos Humanos, Riomar Shopping, Yázigi, Projeto Aracaju Acessível, Empreendex estúdio criativo e NEO Comunicação Visual. A abertura oficial ocorreu dia 15 de março e segue até dia 27 de março, com horários diários das 10 às 22 horas e aos domingos das 14 às 20 horas. Local da Exposição: Riomar Shopping, 2º piso, no corredor de acesso à loja Riachuelo. Você pode conferir a descrição das imagens através do link https://aracajuacessivel.com.br/leitura/3825/audiodescricao—exposicao-incluzoom-2025

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A imagem mostra três pessoas, sendo dois homens e uma mulher, em pé perto uma da outra. A pessoa no centro usa uma camisa esportiva azul com as letras "ADC" e um logotipo, além de um boné vermelho do MST. A pessoa à esquerda aperta a mão do Bidu pessoa ao centro, enquanto a mulher atrás de Biduo abraça por trás, com as mãos descansando em sua cintura.

IDEA CHECK – Bidu (Visualizer com Audiodescrição) I O Bidu Barulho no Brooklyn

Na tarde de hoje, 30 de janeiro foi lançado o visualizer Sergipano IDEA CHECK – Bidu (Visualizer com Audiodescrição) I O Bidu Barulho no Brooklyn. Assista, ouça e fortaleça o movimento. Produção Musical: @dg.ziinDireção Geral: @bidu_dmpmDireção Criativa: @bidu_dmpm e @jollybarretoDireção de Arte: @odaraevansAss. de Direção de Arte: @emillyalves9Styling e Produção de Moda: @jollybarretoFiguração: @jollybarreto e AlexIntérprete de Libras: @tainterpreteDireção de Fotografia: @calazans_pauloFilmagem e Edição: @alter.igorrAudiodescrição: Fabiana DroppaDesign Motion Graphics: @drougazSocial Media: @adele_vieiraProdução Executiva: @_dandarateles e DenissonAssessoria Jurídica: @jammylejoanneAssessoria Financeira: @brendayaconesLocação Cenário 02: @lyzaoliveira Este trabalho audiovisual é fomentado pela Lei Paulo Gustavo por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (FUNCAJU) e Governo do Estado de Sergipe, com apoio do Ministério da Cultura e Governo Federal.

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Projeto Caixa D’Água, Cor e Memória receberá audiodescrição

Na tarde de ontem, 09 de outubro, Lucas Aribé e Fabiana Droppa, representantes do Instituto Lucas e Mariana Aribé de Acessibilidade para a inclusão Social de Pessoas com Deficiência – Iluminar se reuniram para discutirem formas de tornar os murais mais inclusivos para todos. A visita aconteceu no Bairro Cirurgia e puderam ver de perto, dois murais finalizados que fazem parte do projeto Caixa D’Água, Cor e Memória, fomentado pelo Programa Funarte Retomada 2023 – Artes Visuais. Segundo a matéria publicado em 14 de setembro de 2024, Por Jornal Do Dia Se “O projeto irá funcionar como uma galeria a céu aberto para quem circula pelo bairro, formando um circuito de murais. Muros de residências e o da Escola Estadual 11 de Agosto, também localizada no Bairro Cirurgia, irão compor os 150 m2 de cores e memórias que evidenciam a memória da comunidade que brinda a população sergipana com as mais diversas manifestações culturais e representações sociais. O conjunto de murais localiza-se dentro do perímetro que atualmente está em processo de reconhecimento dos limites do território e regularização fundiária, conduzido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.”

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Fabiana Droppa participa como audiodescritora no 50º Festival Sesc Melhores Filmes

Como eu brinco, de quem é essa voz? Tive a honra de fazer alguns trabalhos como roteirista e narradora em audiodescrição para o 50º Festival Sesc Melhores Filmes, como a vinheta que está neste post, mas também: Filmes: Todos os materiais entregues também tiveram a assessoria em audiodescrição do meu querido parceiro, Lucas Aribé.

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Fundo branco. Mockup de um computador com prints do meu site. 3 telas saltam da tela do computador

Sejam bem-vindos ao meu site pessoal/profissional

No ar mais um novo site feito com o meu grande parça Paulo Miranda da @baruksoft e desta vez é o meu site pessoal / profissional 🌷fabianadroppa.com.br Aqui mostro minhas áreas de atuação: design gráfico, audiodescrição, atriz e também aquarelista. Neste processo pude contar com a fotos do @_lucasguns (meu antigo estagiário de design e que hoje tem seu próprio estúdio), os textos tiveram a incrível edição da @allefranco jornalista e amiga de longa data. E também há depoimentos de algumas pessoas que fazem parte da minha jornada e acreditam em mim. E assim, saiu, do meu jeitinho, clean, minimalista e leve. Naveguem, curtam, vou amar receber feedback😍

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