design

Eu uso look verde musgo com blusa segunda pele preta, apresento o podcast Fronteira Circular, minha mão esquerda aponta para a tv que exibe a apresentação. Raphael está sentado e manuseia o computador

A leiga da sala

Alguns minutos antes, eu disse pra minha irmã que estava nervosa. Era eu quem ia falar. Não tinha como escapar disso. Meu corpo faz isso quando chega uma grande responsabilidade. Ele avisa antes de mim. Aperta, esquenta, acelera. Já entendi que não adianta discutir com ele. O que eu ainda não sei é o que fazer com ele. Sei que chega, sei que passa, e sei que ninguém de fora enxerga. A sala estava cheia de gente que estudou a vida inteira aquilo que eu ainda estou aprendendo a nomear. Gente com anos de laboratório, com títulos, com um vocabulário que eu vou anotando no celular para não esquecer. Eu sou nova nesse mundo de deeptech, empresas que nascem dentro da pesquisa científica. Faz um ano. E o que eu ia apresentar tinha saído da minha mão na véspera, correndo, em poucas horas, para existir a tempo. Muitas vezes eu sinto medo ali dentro. O que eu descobri é que o medo não me paralisa. Eu falei. E enquanto falava, fui vendo as pessoas sorrirem, acompanharem meu raciocínio, entenderem. Depois vieram me dizer que tinha sido impecável. Eu ouvi meio de longe, como quem ouve falar de outra pessoa. Não é assim que eu me vejo. Quase nunca é. Mas teve uma coisa que eu entendi ali na frente, e essa eu vou guardar. Eu não me coloquei como especialista. Me coloquei como o que eu de fato sou naquela sala: uma pessoa leiga, que está aprendendo, e que tem a função de traduzir. Ninguém me chamou para saber tudo. Me chamaram porque alguém precisa contar de um jeito simples o que aquelas pessoas fazem. E é isso que eu faço há mais de vinte anos, no design, na voz, na edição. Ninguém entrega em poucas horas, no primeiro ano de nada, o que eu entreguei naquela véspera. Aquelas horas são vinte e um anos. Por isso eu evito me comparar com quem está na sala comigo. Não é sabedoria, é sobrevivência. Cada um chegou ali por um caminho, com um tempo e um aprendizado que são só dele. Se eu medir o meu percurso pelo dos outros, eu perco o meu. Sigo com medo. Sigo com o corpo reclamando. E sigo indo. Fico pensando quantas vezes a gente se acha despreparado numa sala onde já está, faz tempo, fazendo a coisa. Quantas vezes já aconteceu com você? Escrevi este texto a partir da minha experiência na comunicação da Bispora, deeptech de biotecnologia e bioeconomia circular que completou três anos em 2026. É lá que eu cuido da identidade visual, dos textos e da produção do Fronteira Circular, podcast da empresa sobre ciência, sociedade e mercado, apresentado pelo CEO Raúl Bonne Hernández, com Daniela Droppa e Carlos Foz no episódio de estreia. Texto publicado originalmente na coluna Olhar de Dentro, no Olho Vivo – Cinform publicado no dia 04 de setembro de 2026. Leia no Cinform.

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Sou uma mulher de pele clara, cabelos pretos curtos em corte pixie e lábios pintados de rosa. Apareço centralizada na imagem, olhando diretamente para a câmera, com o queixo apoiado na mão direita. Uso um pequeno brinco redondo branco na orelha esquerda e visto uma camisa com estampa animal print em tons de marrom e preto. A imagem é dividida verticalmente em dois estilos: do meu lado esquerdo, uma ilustração estilizada com fundo amarelo sólido; do lado direito, uma fotografia realista com fundo desfocado de um ambiente interno. Elementos gráficos decorativos se sobrepõem à composição: uma linha amarela curva e espiralada no canto superior esquerdo, um desenho em zigue-zague branco ao lado direito da minha cabeça, e um círculo rosa cortado por uma linha reta no canto inferior direito.

A profissão que exercemos nem sempre é a melhor forma de explicar o que fazemos

Durante muito tempo, quando alguém perguntava sobre meu trabalho, eu respondia: “Sou designer.” E isso nunca esteve errado. Mas, com o passar dos anos, percebi que o design era apenas uma das ferramentas que eu utilizava. O que realmente faço é conectar pessoas ao conhecimento. Às vezes, transformando um conteúdo científico em uma linguagem acessível. Outras vezes, organizando a comunicação de uma instituição. Em outros momentos, tornando uma exposição inclusiva por meio da audiodescrição. Ou criando uma identidade visual capaz de traduzir a essência de uma marca. Os projetos mudam. As áreas mudam. Os clientes mudam. Mas existe um fio condutor que permanece: transformar complexidade em clareza. Talvez essa seja a melhor definição do meu trabalho hoje. Foi por isso que, depois de anos tentando caber em um único cargo, passei a me chamar de multiartista. Porque a nossa identidade profissional não está no cargo que ocupamos, mas no impacto que conseguimos gerar — independentemente do contexto.

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Apresentação da capa, páginas abertas internas e contra capa do livro Além das Lentes

Projeto gráfico, diagramação, ilustração, capa: o que é cada coisa

Já assinei o design de dez livros. Em quase nenhum deles fiz a mesma coisa. Às vezes essa confusão custa caro para quem contrata. A pessoa pede “diagramação” quando na verdade precisa de projeto gráfico. Ou acha que ao encomendar a capa vai receber o miolo junto. Então vou explicar cada uma dessas quatro coisas, usando os meus próprios livros como exemplo. Projeto gráfico é o sistema. É a decisão de como o livro vai funcionar do começo ao fim. Qual o tamanho da página. Onde começa e termina a mancha de texto. Qual a fonte, em que tamanho, com quanto espaço entre as linhas. Como os títulos se diferenciam dos subtítulos. O que acontece quando entra uma imagem, uma tabela, uma citação. Nada disso aparece em uma página só. Aparece na repetição. Um bom projeto gráfico é aquele que você não percebe: você lê duzentas páginas sem cansar e não sabe dizer por quê. Foi o que fiz em Mobilidade por Bicicleta no Brasil e em Mobilidade e Cultura de Bicicleta no Rio de Janeiro, os dois de 2016. Livros técnicos, cheios de dados, gráficos e fotos. O trabalho ali foi criar uma estrutura que aguentasse tanta informação diferente sem virar bagunça. Diagramação é aplicar esse sistema, página por página. O projeto gráfico diz como deve ser. A diagramação é fazer acontecer no texto real — que nunca se comporta como o previsto. O capítulo termina com uma linha órfã no alto da página. A imagem não cabe onde deveria. O parágrafo estica e abre buracos brancos no meio da frase. Diagramar é resolver esses mil probleminhas, um por um, sem quebrar as regras do projeto. É um trabalho invisível e paciente. Em Além das Lentes (2021) e em Magia da Gratidão (2024), entrei nessa etapa. Ilustração é criar as imagens. É a parte mais óbvia da lista, mas tem uma sutileza: ilustrar um livro não é desenhar coisas bonitas. É desenhar coisas que conversem com aquele texto, naquele ritmo, naquela quantidade certa. Em Caminhando, lançado este ano, fiz as aquarelas, o projeto gráfico e a diagramação. As três coisas. Quando é assim, o livro ganha uma unidade difícil de alcançar de outro jeito — porque a mesma pessoa decidiu o desenho e o espaço onde ele ia morar. O mesmo aconteceu em Herbolário: a etimologia e a biotecnologia das plantas medicinais (2022). Ilustração, design e diagramação. Um livro sobre plantas medicinais, com etimologia e biotecnologia dentro. A aquarela foi o que deixou o assunto técnico respirar. Capa é um projeto à parte. Aqui está o mal-entendido mais comum. A capa não é a primeira página do miolo. É outro trabalho, com outra função. O miolo é para quem já decidiu ler. A capa é para quem ainda não decidiu. Ela precisa funcionar pequena, na tela de um celular, no meio de outras cinquenta. Precisa dizer o gênero, o tom e a promessa do livro em dois segundos. Fiz só a capa em O Vagalume – 20 anos de entrevistas e memórias do menino que virou jornalista e em Borboletas em Flor, os dois de outubro de 2025. E também na coleção de quatro livros do Colégio Arqui, em dezembro do mesmo ano — que tem ainda outro desafio: quatro capas diferentes que precisam parecer da mesma família. Na hora de contratar Se você está com um livro na mão, as perguntas são estas: O texto já existe e só precisa ser encaixado em um formato que já foi definido? É diagramação. O livro ainda não tem cara e você precisa decidir como ele vai ser? É projeto gráfico — e depois vem a diagramação. O miolo já está pronto e falta o que vai na frente? É capa. Precisa de imagens que ainda não existem? É ilustração. E não tem problema nenhum não saber. Eu pergunto. Só é melhor descobrir antes do orçamento do que depois.

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Fotografia de duas mulheres de pé, lado a lado, sorrindo para a câmera em um ambiente interno. À esquerda, uma mulher de pele clara, cabelos castanhos ondulados na altura dos ombros, usa óculos de grau com armação dourada, colar de pérolas, blusa preta e um blazer preto. Ela segura um livro com capa escura parcialmente visível. À direita, uma mulher de pele clara, cabelos curtos e escuros, usa óculos de grau com armação clara e transparente. Ela veste um vestido branco com estampa de folhas azul-esverdeadas e flores rosadas, que possui mangas três quartos franzidas e gola alta. Ela segura, com as duas mãos, um exemplar do livro "Sandra - Caminhando", que mostra na capa a ilustração de uma criança em um caminho arborizado. Ela também carrega uma bolsa tiracolo marrom com as letras "SCH" gravadas na parte frontal. Ao fundo, observa-se uma parede escura e parte de uma cadeira com encosto de palha à esquerda. A iluminação é suave e focalizada nas pessoas.

O mercado me formou designer gráfico. A vida me transformou em multiartista

Quando eu era criança, dizia com toda certeza do mundo: “meu sonho é ser desenhista.” Anos depois, já em Sergipe, descobri que existia um curso chamado Arte, Design e Multimídia. Fiz vestibular em 1999 e passei. Lembro da sensação de pensar: “é isso.” Eu queria desenhar. Criar. Dar forma ao que existia dentro de mim. Me formei em Design Gráfico em 2005, depois de precisar trancar o curso por dois anos, outra história de muito aprendizado. Mas hoje entendo que nunca trabalhei apenas com design. Ao longo dos anos, fui crescendo profissionalmente, assumindo coordenações, liderança, marketing, endomarketing, comunicação, presença digital de marcas… e, sem perceber, uma linguagem começou a puxar a outra. Em 2016, após pedir demissão senti que conseguiria tocar meu estúdio criativo e de lá para cá atendi mais de 180 clientes. Em 2018, a audiodescrição entrou na minha vida através da assessoria de comunicação com o parlamentar Lucas Aribé, que hoje também é meu parceiro nos projetos em audiodescrição. Desde então, mais de 300 trabalhos foram realizados. Em 2022, a aquarela também passou a fazer parte da minha trajetória profissional e afetiva. Teve um dia em que, conversando com uma cineasta durante um processo de seleção de audiodescritores brasileiros para um festival de cinema, contei um pouco da minha caminhada: design, teatro, pintura, comunicação, audiodescrição…E ela me disse: “você com certeza vê tudo de maneira diferente, ampliada.” E eu nunca esqueci disso. Porque durante muito tempo tentei explicar o que eu fazia através de cargos ou áreas específicas. Mas a verdade é que sempre existiu algo conectando tudo:eu gosto de encontrar soluções para o que surgir. Crio marcas.Construo identidades.Trabalho com a voz (o teatro me fez ver potência).Traduzo imagens para pessoas com deficiência visual.Pinto.Escrevo.Comunico. E talvez por muito tempo eu tenha tentado caber em uma definição profissional mais tradicional. Hoje não mais. O termo “multiartista” só foi realmente aceito por mim no ano passado, justamente em um período em que me senti sem identidade. E foi curioso perceber que, no fim, minha identidade nunca esteve em uma única função.Ela sempre esteve na soma de tudo o que percorri ao longo da minha biografia.Na Fabiana que ainda rabisca no papel antes de abrir qualquer software da Adobe. Na criança que sonhava desenhar (a criança está bem orgulhosa). Na mulher que um dia pediu demissão, em 2016, para descobrir se conseguiria sustentar a própria arte, a própria visão e a própria coragem. E conseguiu. Hoje me vejo como uma profissional multidisciplinar. Mas, acima de tudo, como alguém que continua tentando responder à mesma pergunta que me norteia há mais de uma década: “Qual o propósito da sua alma?” Na foto, dia do lançamento de dois livros (2026) “Caminhando e Eu, meu cantinho e minha mente”. Tive a honra de diagramar e pintar as aquarelas.

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Aquarela inspirada no álbum The Division Bell

Aquarelas inspiradas nas capas da Banda Pink Floyd

Após um mês de estudos e dedicação pude presentear minha irmã Daniela Droppa no mês de junho, com os quatro quadros através das pinturas em aquarela da Banda Pink Floyd, pois depois que uma amiga sugeriu que todos os meus presentes fossem feitos através das minhas criações, tenho pensado muito a respeito. Então ao aniversariante eu peço que ele ou ela me informem o que gostaria que eu pintasse… A minha irmã, disse que queria algo para sua casa, que eu fizesse algo que representasse a banda da vida dela e que fossem especificamente quatro álbuns. Antes de mais nada inicio conhecendo a história da banda, procuro entender o significado das capas, ouvir as músicas, fui pintando um a um. Confesso que o meu processo é o seguinte: entender o que a pessoas necessita, estudar, ler, ouvir, surtar, achar que não consigo e de repente vou ganhando uma força e as ilustrações e pintura vão ganhando forma. Ahahaha A composição das aquarelas das capas foram: The Dark Side of The Moon, The Wall, The Division Bell e Wish You Were Here pintadas em aquarela e trabalhadas depois digitalmente, que ganharam o charme das molduras pretas e vidro com tamanho final de 55x55cm. No meu instgram pessoal, clique aqui, mostrei um reels com a reação dela ao receber. Confira! Ao final gostamos muito do resultado.

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Fundo branco. Mockup de um computador com prints do meu site. 3 telas saltam da tela do computador

Sejam bem-vindos ao meu site pessoal/profissional

No ar mais um novo site feito com o meu grande parça Paulo Miranda da @baruksoft e desta vez é o meu site pessoal / profissional 🌷fabianadroppa.com.br Aqui mostro minhas áreas de atuação: design gráfico, audiodescrição, atriz e também aquarelista. Neste processo pude contar com a fotos do @_lucasguns (meu antigo estagiário de design e que hoje tem seu próprio estúdio), os textos tiveram a incrível edição da @allefranco jornalista e amiga de longa data. E também há depoimentos de algumas pessoas que fazem parte da minha jornada e acreditam em mim. E assim, saiu, do meu jeitinho, clean, minimalista e leve. Naveguem, curtam, vou amar receber feedback😍

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A procura pela audiodescrição cresce durante 2021

Fabiana Droppa, designer e audiodescritora faz uma retrospectiva e destaca a alta procura para a realização do serviço de audiodescrição. De acordo com o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45,6 milhões de pessoas tem algum tipo de deficiência, seja visual, auditiva, motora, mental ou intelectual e muitas delas não tem acesso à cultura e informação. “De maneira resumida, a audiodescrição é a arte de transformar imagens em palavras o que abre uma janela para o mundo de milhares de pessoas. “ BENEFÍCIOS O recurso possui diversos benefícios como: acesso à informação e à cultura, entendimento maior dos programas de tv, filmes e peças de teatro, exposições, independência e autonomia, instrumento de inclusão, assim como mais compreensão também para idosos, pessoas com dificuldade de entendimento, com algum déficit cognitivo ou disléxicos.”E para quem descreve, ampliamos o desenvolvimento da observação, de síntese, vocabulário e criamos também oportunidade de trabalho, o audiodescritor pode ser roteirista, narrador e consultor, que obrigatoriamente deve ser uma pessoa com deficiência visual e que tenha estudado para esse tipo de tradução.” SEGMENTOS DIVERSOS Este ano atendemos a diversos eventos e segmentos como:  musicais, concertos, lives, reuniões internas e premiações, ocasionalmente surgem também ebook acessível, roteirização e narração de vídeos institucionais. O trabalho ocorre juntamente com o consultor em audiodescrição Lucas Aribé e a transmissão acontece na plataforma web Beplay. Por fim, “Tenho expectativas boas para 2022. Estamos no caminho certo, e o sonho é que as pessoas mudem suas mentalidades e que incluam cada vez mais as pessoas com deficiência em sua rotina, a convivência nos transforma”, finaliza Fabiana Droppa.

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Solidários SE: plataforma reúne projetos sociais que precisam de ajuda

Em tempos de Pandemia, em que se multiplicam as necessidades por toda a parte de ajuda, também nasce o desejo e a empatia de querer ajudar ao próximo. Mas, sabendo que vivemos em um país, muitas vezes, mergulhado em corrupção e desonestidade, algumas pessoas que podem doar se sentem receosas em colaborar com certas instituições. Foi pensando nessas pessoas que querem doar  e principalmente naquelas que precisam da ajuda, que o desenvolvedor Paulo Miranda e a designer gráfico Fabiana Droppa, criaram o Solidário Sergipe. www.solidarios-se.com “Era uma angústia pessoal que eu tinha. Gosto de doar, colaborar, mas como ter a certeza de que minha doação seria realmente dada a quem precisa e não desviada? Por isso, conversando com minha parceira Fabiana pensamos nesse site, onde traremos as informações por área de atuação, localização e credibilidade necessárias para quem, como a gente, quer colaborar de acordo com seu perfil. Para isso seguiremos alguns critérios como checagem com os idealizadores de cada projeto, o histórico de ações, transparência nas mesmas, a forma de administração e contamos com o apoio de todo mundo para essa empreitada”, explica o idealizador Paulo Miranda. “O site é funcional e objetivo, para facilitar ao máximo o acesso às informações que vão conter nele, principalmente para que as pessoas se sintam seguras e acolhidas e mais ainda, quem precisa, receba de forma direta e pessoal, a ajuda”, complementou Fabiana. A dupla  também planeja um tipo de consultoria para as instituições. “muitas instituições vivem de doações ou parcerias e apresentam muitas dificuldades, seja com prestação de contas, com a própria identidade visual, com a administração dos recursos e doações recebidas e até mesmo em prospectar doadores e parceiros . O site vai permitir, além de uma divulgação, uma consultoria de web e design, que vai colaborar com imagem de credibilidade, zelo e ética”, diz Fabiana. Fonte: Assessoria de Imprensa Repost F5 News

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