outubro 2025

Eu estou sorrindo e segura livro "O Vagalume". Ao lado, toten em tamanho real de Fredson com compartimento para 2 livros. Pessoas ao fundo

O Vagalume: uma noite de memórias, afeto e design no Museu da Gente Sergipana

Na noite de ontem, 28 de outubro, o Museu da Gente Sergipana foi palco de um evento emocionante: o lançamento do livro “O Vagalume – 20 anos de entrevistas e memórias do menino que virou jornalista”, do jornalista Fredson Navarro. A obra, publicada pela Editora Dika Publicações Exclusivas, do Grupo Infographics, celebra duas décadas de trajetória jornalística, reunindo bastidores de entrevistas marcantes, histórias inspiradoras e curiosidades vividas ao lado de grandes personalidades. ✨📖 Estive presente para prestigiar esse momento tão especial e expressar minha gratidão pela honra de assinar o design de capa da obra ✍️🌷. Foi uma noite de celebração, reencontros e inspiração — um verdadeiro tributo à história, à comunicação e ao poder transformador das boas narrativas. 💫

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Fundo marrom escuro com texto "Águas da Amazônia, rios e povos" no canto superior esquerdo. Formas onduladas pontilhadas em bege e vermelho na parte inferior.

Entre margens e vozes: a audiodescrição na Exposição “Memórias D’Água”

Dentro da programação que celebra a estreia brasileira da obra Águas da Amazônia, de Philip Glass, a exposição Memórias D’Água, do coletivo Altar Sonoro, ganha um importante recurso de acessibilidade e sensibilidade: a audiodescrição. O roteiro, consultoria e narração em audiodescrição foram assinados por Fabiana Droppa e Lucas Aribé, dando voz e textura sonora a nove imagens que agora podem ser ouvidas e sentidas através do site musea.art.br. A iniciativa une arte, tecnologia e inclusão, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão mergulhem nas paisagens, personagens e gestos capturados nas margens dos rios amazônicos. Mais do que descrever imagens, a audiodescrição amplia o olhar, transforma o silêncio em narrativa e convida o público a escutar o som das águas e das memórias que atravessam a Amazônia. A mostra integra o projeto “Águas da Amazônia: Rios e Povos”, que acontece em Belém do Pará, cidade que em breve sediará a COP30 e que agora se torna palco de um encontro histórico entre o minimalismo de Glass e a musicalidade ancestral dos povos amazônicos.

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